sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Salão Moda Brasil 2009 em São Paulo

Uma nova feira de moda chega para mostrar as mais novas tendências nacionais e internacionais. Esperando reunir em torno de 400 expositores e 30.000 visitantes já nasce sendo um evento de importância. O diferencial é reunir no mesmo espaço eventos paralelos de menor porte como Salão Lingerie Brasil, o Salão da Moda Masculina, o Salão Praia & Fitness e o Salão Têxtil & Aviamentos. Isto oferece um mix completo para expositores e compradores.

Mais informações:

E tem mais várias exposições neste site:

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Unerj Apresenta Moda




Olá pessoal,




Estou convidando a todos para prestigiar o evento Unerj Apresenta Moda.


Esperamos vocês lá.


Abraço,

Grazy

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Dicas da Louise Wilson.



Na revista da Le Lis Blanc tem uma matérinha legal, que tem como complemento um box que conta os 10 mandamentos de Louise Wilson, diretora do Saint Martins College of Art and Design, de Londres que é uma das pessoas que mais entendem de moda atualmente.


OS 10 MANDAMENTOS DE LOUISE WILSON


1 - Incomodar, provocar, divertir e envolver


2 - Está errado estar correto. Os corretos são chatos


3 - Criatividade é o oposto da experiência


4 - É preciso correr riscos


5 - ADEUS AS REFERÊNCIAS - hellooooooooooo - alguém tem mais alguma dúvida??


6 - Criar é uma tortura


7 - Uma pessoa precisa inspirar pelo que ela é


8 - Não se levar muito a sério


9 - Fracasse, fracasse, como dizia Samuel Beckett


10 - O que começa errado tem mais chance de dar certo



Post: Thaissa



PS: Pessoal da quarta fase, tem uma entrevista com ela na apostila de Desenvolvimento de Coleção II, lembram??? ;)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Mega Tendência - Góticos

MEGA TENDÊNCIA - GÓTICOS

Comportamento e como surgiram

Os góticos podem ser considerados mais do que uma tribo, pois são, na verdade, uma subcultura urbana. A diferença se estabelece no teor temporal: enquanto tribos normalmente possuem um ciclo de vida curto, alterando seus aspectos mais significativos de modo a transformar sua linguagem de expressão, subculturas tendem a manter a essência de suas características de formação durante um período mais extenso. Entretanto, isto também gera o paradoxo principal de uma subcultura: por possuírem um arsenal de códigos próprios, acabam sendo entendidas como coletivos sociais específicos, ou seja, tribos. Ao mesmo tempo, por se tratar de uma subcultura, é possível enxergar contribuições de outras culturas em sua formação. Neste caso em especial, podemos traçar linhas de ligação entre beatniks, glam rock e punks. Cada um destes movimentos contribuiu para a constituição do Gótico. Os beatniks, com a sua poesia urbana maldita, do interesse pelo existencialismo, pela preferência por roupas escuras e por influências musicais como o jazz rock. Do glam rock, os góticos herdaram os aspectos estéticos, como a androgenia, as maquiagens pesadas e o estilo que busca, por vezes, referenciais no dândismo. A ligação com os punks é ampla, mas um fator importante é a contraposição ao consumismo massificado, um dos aspectos mais característicos para a formação do movimento punk nos anos 70. Outra influência importante, principalmente para a música gótica, foi o new romantic dos anos 80, o que acabou imprimindo algumas particularidades no estilo musical característico desta tribo, como, por exemplo, a utilização de vocais líricos nas composições.

Bandas

Na prática, os góticos formam uma expressão social originada na plural década de 80. Quando surgiram, foram intitulados de darks, tendo The Cure como banda de referência. Outra banda associada ao início do Gótico é o Bauhaus, porém, esta nunca se intitulou gótica. O que aconteceu foi que, após um ano de formação, a banda lançou a música Bela Lugosi’s Dead, referenciando a morte, em 1956, do ator Bela Lugosi, conhecido pela interpretação visceral do Conde Drácula, na versão de 1931. Isto bastou para que houvesse a identificação entre os góticos emergentes e a banda, já que um dos fatores mais representativos desta tribo é o interesse por personagens lúgubres e mórbidos – como vampiros, anjos caídos, lobisomens e morcegos - tanto no que diz respeito ao cinema, como à literatura e às artes de modo geral. Hoje em dia, um dos grupos mais conhecidos do cenário gótico é o Evanescence, sendo que suas composições normalmente falam sobre questões inerentes a tribo, como solidão e amores impossíveis.



Estilo

O estilo de vestir dos góticos busca representar a apreciação pelo sombrio e pela morbidez, mas há lugar também para grandes doses românticas – aspecto que pode ser traduzido pela utilização de arabescos nas representações gráficas, bem como pela utilização de corselets e outros elementos característicos do período romântico. A androgenia é outro fator que distingue esta tribo e ao mesmo tempo, há lugar para acessórios e materiais considerados tipicamente punks, como vinil e correntes em metal. Estes elementos, inclusive, contribuem para delimitar outro aspecto associado ao universo gótico: a identificação com a literatura de Marquês de Sade e com seu subproduto, o sadismo. A indumentária gótica privilegia o preto, porém, há lugar para outras cores densas, como o vermelho-sangue e o bordô. A apreciação por personagens paradoxais, como vampiros e anjos, também influencia a indumentária gótica e lhe confere um certo aspecto lúgubre e sublime ao vestir. Assim, olhos marcados e pele muito branca são elementos importantes na composição do estilo. Outro símbolo paradoxal muito utilizado é o crucifixo, que tanto pode representar a apreciação pelo mistério obscuro da morte – pois, sim, os góticos gostam muito de um cemitério – como pode representar tortura – no período romano a cruz era utilizada com este fim, muito antes do surgimento de Cristo. Por estes aspectos dicotômicos, é normal associar os góticos a cultos satânicos, mas, isto não acontece na realidade. Antes de tudo, trata-se de uma tribo sem raízes religiosas específicas.

Acessórios
Devido às suas ligações com o universo punk, muitos itens que compõem o arsenal de signos góticos podem até confundir, quando em representações de peças. É o caso das aplicações de metais em acessórios, por exemplo.O fato é que as decorações que tenham caráter um tanto pesado, de modo a corroborar aspectos subjetivos de comportamento da tribo, são interessantes de serem exploradas. Esse é o caso das bolsas nas imagens abaixo.




Estilistas que Exploraram

Recentemente, alguns designers internacionais exploraram aspectos associados ao universo gótico, como Giles, Marios Schwab e Vivienne Westwood, dentre outros. As referências não são literais, mas a força do imaginário da tribo pode ser percebida através de alguns elementos significativos, como a exploração de sombras, representada pela utilização de rendas rebuscadas e materiais leves, de modo a criar jogos de claro/escuro.As cores, as maquiagens pesadas e o shape inspirado no período romântico – século XIX – são pontos que também ligam alguns looks apresentados para Inverno 2009 e os góticos. A Megatendência para inverno feminino 2009, Drama, também explora algumas características pontuais deste universo.



Post: Thaissa
Colaboração: Faby Gunner

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A Ferrari do Jeans.

Renzo Rosso fez da Diesel uma marca de luxo em pouco mais de 20 anos. Para ele, fazer roupas é vender sonhos.


Com os cabelos desgrenhados, camisas abertas e jeans furados, o italiano Renzo Rosso, de 51 anos, destoa de seus pares do mundo da moda, seja pela aparência, seja pela rapidez com que construiu um império de luxo alicerçado em uma marca de jeans, a Diesel. Rosso levou pouco mais de duas décadas para transformar uma fabriqueta de calças desbotadas com apelo underground em uma das mais prestigiadas grifes do mundo, presente em 80 países, com faturamento de 1,2 bilhão de dólares e capaz de vender 14 milhões de peças por ano. As roupas são usadas por estrelas de cinema como Nicole Kidman, Gwyneth Paltrow e Brad Pitt e, no Brasil, por celebridades como Rodrigo Santoro, Fernanda Lima e Carolina Dieckmann. Com preços orbitando na faixa entre 150 e 800 dólares por peça, a Diesel já deixou para trás, em termos de prestígio, marcas fortes, como a americana Calvin Klein, fundada em 1968. Hoje, ela disputa espaço no comércio de luxo -- e nos bolsos recheados dos clientes -- com grifes tradicionalíssimas, como Louis Vuitton, de 1854, ou Chanel, cuja primeira loja foi aberta em 1914. Numa comparação automobilística, a Diesel seria uma espécie de Ferrari -- caríssima, chamativa, barulhenta e um tanto arrivista -- brilhando em meio a veneráveis Mercedes-Benz e Rolls-Royces.

O grande trunfo da Diesel está na forma como Rosso construiu sua marca. Nascido em uma pequena cidade rural nos arredores de Veneza, o dono da Diesel se enquadra numa categoria de empresários em que a própria personalidade se confunde com os negócios que dirige. Rosso é perso nalista e não tem medo de ousar. Em média, investe 50 milhões de dólares por ano apenas em marketing. A estratégia de divulgação da Diesel se apóia em publicidade provocativa e em uma enorme capacidade de causar alvoroço na imprensa. Na década de 80, por exemplo, provocou tremenda polêmica ao veicular uma campanha em que dois marinheiros se beijavam apaixonadamente. A última peça, recém-lançada, segue o mesmo conceito: uma modelo vestida de anjo que faz gestos obscenos para quem olha. (Qualquer semelhança com as antigas campanhas da grife italiana Benetton não é mera coincidência. Assim como Luciano Benetton, Rosso gosta de chocar a platéia.) Além do marketing, o empresário apostou muito na qualidade do produto. O jeans é feito quase que artesanalmente, num processo que inclui lavagens à mão e água em temperatura controlada. A mão-de-obra é composta basicamente de artesãos: cada costureira da Diesel ganha o equivalente a cerca de 12 000 reais por mês. "Fazer roupas é como vender sonhos", costuma dizer Rosso.

O negócio Diesel nasceu da idéia de criar uma marca de jeans com apelo global. Em 1978, Renzo Rosso criou a grife juntamente com outros sócios. O nome foi escolhido justamente por seu apelo internacional -- é conhecido nos quatro cantos do mundo e a pronúncia é a mesma em todas as línguas. Em 1985, Rosso assumiu o controle integral da Diesel, e cinco anos depois os jeans já eram distribuídos em butiques de 36 países. Nesse primeiro período, o faturamento da empresa cresceu de 4 milhões de dólares para 130 milhões. Em 1996, o empresário italiano deu sua tacada mais ousada: entrou no mercado americano. Instalou sua primeira loja em Nova York, exatamente em frente à maior loja da Levi's na cidade, numa evidente provocação. O sucesso dos jeans caríssimos e com aparência de anos de uso foi tão grande que o mercado americano tornou-se o maior da empresa.

No Brasil, onde a marca chegou há apenas cinco anos, a trajetória foi ainda mais meteórica. A Diesel tem três lojas no país. A unidade do shopping Iguatemi, o mais sofisticado de São Paulo, é a que mais vende por metro quadrado no mundo. O faturamento ainda é pequeno comparado ao negócio global e fica em cerca de 80 milhões de reais por ano, mas Rosso vê o mercado brasileiro com otimismo. No ano que vem, ele desembarca no Brasil como sócio do empresário Esber Hajli, distribuidor da Diesel no país. A meta é expandir o número de lojas para dez em cinco anos. "Vamos investir cerca de 20 milhões de dólares na operação brasileira", afirma Hajli. Uma particularidade local que chamou a atenção de Rosso, por exemplo, é a preferência pelas peças mais caras de cada coleção. "O consumidor brasileiro quer status", diz Hajli. "Nem vendemos mais os modelos básicos. Eles não têm saída." Esse perfil explica, em parte, por que uma calça Diesel pode ser encontrada nos Estados Unidos por 150 dólares, enquanto a mais barata vendida em São Paulo ou no Rio não custa menos de 800 reais.

Nos últimos tempos, Rosso tem se dedicado ao projeto de estender a marca Diesel. É uma estratégia semelhante à de outras marcas de luxo (a Ferrari, por exemplo, tem laptops, roupas esportivas e câmeras fotográficas), e isso ajuda a aumentar a mística em torno da Diesel. Recentemente, ele comprou um hotel em Miami e transformou-o em um dos mais exclusivos da cidade. Tem plano de fazer o mesmo em São Paulo. Também comprou a empresa Staff International, dona de grifes prestigiadas de alta-costura, como Vivienne Westwood, Martin Margiela e DSquared -- uma das preferidas da cantora Madonna. Sua mais recente paixão é uma propriedade rural, a fazenda Diesel, onde produz um vinho premiado. Nesse caso, a marca não batiza o produto, que se chama Rosso. É um dos pouquíssimos casos em que o nome inspirado em óleo combustível não agregaria nenhum valor ao produto.

Fonte: Revista Exame.
Post: Thaissa

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Há mercado para roupa e tênis que tocam música?

Fabricantes de roupas e calçados disputam a primazia dos lançamentos de peças que incorporam tecnologia eletrônica, como jaquetas com iPod e tênis que tocam música. Mas as indústrias ainda se perguntam: se fizermos tudo isso, alguém vai comprar?

A tendência começou pela Burton Snowboards, em 2002, e foi aproveitada pela Spyder Skiwear e pela O'Neill, mas o mercado ainda continua pequeno, segundo o analista Marshal Cohen, do NPD Group. Em breve, porém, isso pode mudar, graças à entrada de marcas familiares, como Nike, Levi Strauss e Columbia. "Isso deve se tornar um mercado bilionário nos próximos dois anos e meio a três anos", disse Cohen. "Estamos falando de um pedaço muito substancial deste mercado." Neste semestre, a Columbia pretende lançar jaquetas com iPods e a Levi's apresentará jeans com o tocador, inclusive com um joystick no bolso menor."

Os consumidores estão excitados com a tecnologia e os benefícios do produto, mas não vão pagar muito mais para obter essa funcionalidade adicional", disse Tom Krutilek, vice-presidente de Marketing da Kenpo, empresa que faz jaquetas com controles de iPod nas mangas. "O consumidor típico tem um certo orçamento em mente, e se está dentro, fantástico; se não, isso não funciona para o consumidor", disse ele.



Audex - Cargo Jacket com Controller Motorola. US$ 300,00

Testes reduzem preço de US$ 275 para até US$ 199

Após tentar vender as jaquetas por US$ 275 nas fases de testes, a Kenpo, segundo Krutliek, descobriu que a faixa mais apropriada seria de US$ 99 a US$ 199. Pouco mais de um ano depois, a empresa diz ter faturado mais de US$ 2,5 milhões com as jaquetas musicais, entre 5% e 10% do faturamento total da companhia.

Peter Boatwright, professor de Marketing da Universidade Carnegie Mellon, acha que faz sentido integrar a tecnologia a sapatos e jaquetas, e lembra que grandes empresas normalmente pesquisam muito o mercado antes de lançar um produto.

A Burton Snowboards, que em 2002 vendia por US$ 999 uma jaqueta com aparelho de som acoplado, diz obter uma porção significativa do seu faturamento com jaquetas, bolsas, capacetes e bonés feitos para tornarem os gadgets mais convenientes, segundo seu vice-presidente de Marketing Global, Bryan Johnston.

Johnston disse que os praticantes de snowboard representam quase três quartos dos consumidores da jaqueta modelo Audex. Com alto-falante no capuz e tecnologia sem-fio, as roupas permitam que o usuário ajuste a música ou atenda ao celular apenas tocando o exterior do casaco.

Para Johnston, esses produtos vão se tornar comuns nos próximos dois ou três anos, mesmo que não tenham todos os seus recursos usados. "É a velha máxima dos utilitários - quanta gente realmente os coloca em situações off-road?"

Laveta Willis, executiva-chefe da Dada, também aposta nessa tendência e planeja lançar, em meados de agosto, tênis de basquete, a US$ 200, que contêm um tocador digital, com alto-falantes nos tornozelos ou um fone sem fio. "Neste momento, nosso alvo é o consumidor de 12 a 25 anos, mas olhamos gente correndo na rua e são de todas as idades", disse Willis. "Todo mundo quer ter sua música."

Fonte: Jornal do Commercio
Ref: Convergência Digital - Inovação.

Post: Thaissa

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A história do jeans

Cerca de 35 anos, com a reconstrução da liberdade através da ditadura militar e da liberação sexual ele se tornou cada dia mais moderno e atual. A liberdade sexual apenas começava a mudar o comportamento dos jovens, a liberdade foi definida em um jingle como a calça jeans velha, azul e desbotada e quem não tem uma peça no armário?Em meados do século 19, no auge da corrida do ouro no Oeste da América do Norte, aventureiros em busca de ouro e prata precisavam de roupas que permitissem liberdade de movimentos que fossem resistentes e de preços acessíveis.
Em 20 de Maio de 1873 Levi-Strauss e o alfaiate Jacob Davis patentearam o jeans e assim começaram a produzir as calças que conquistaram imediatamente o mercado “Far west”.Levi Strauss foi o inventor do blue jeans e fundador da empresa Levi Strauss & Company nsceu em Buttenheim na Alemanha em 26 de fevereiro de 1829, seu nome verdadeiro era Löb Strauß mudou quando se naturalizou nos EUA em 1840, morou em Nova York, sua nacionalidade é teuto-americano. Jacob Davis era costureiro em Nevada. Foi o responsável pelas costuras das calças usadas pelos mineiros com rebites. O sucesso de venda destas calças foi tão grande, que Strauss e Davis decidiram patentear a marca.Recentemente durante uma escavação no estado de Nevada foi descoberta uma calça Levis, modelo 501, fabricada na década de 1870. O modelo só ganhou denominação 501 por volta de 1890. Depois de acompanhar os mineiros, o jeans foi para o corpo de famosos cowboys celebrados pelo cinema americano. E em seguida vestiu a contestação.




A imagem da rebeldia dos anos 50 era o James Dean com seu jeans, camiseta branca e jaqueta. Anos depois a peça foi parar nos Hippyes dos anos 60, nos roqueiros dos anos 70 e nos punks dos anos 80, sempre como um símbolo de liberdade expressão jovem.A simbologia que antes se concentrava na levis 501 passou a ter a interpretação de vários estilistas, nessa década o jeans se integrou definitivamente no mundo fashion e a grifes famosas como Calvin Klein, Pierre Cardin, e até mesmo Dior. Esse fenômeno teria respondido ao desejo das mulheres que, emancipadas da necessidade de usar roupas unissex ou que lembrassem as masculinas, sentiram seguras no mercado de trabalho e exigiram cortes para sua anatonia.No Brasil marcas como a Fórum, Zoomp, Ellus, M.Officer, Gang buscam adaptar o jeans ao uso da mulher brasileira. Graças a essa cumplicidade o jeans estabelece um diálogo com quem veste ao mesmo tempo que assume o papel da mídia para a expressão individual, por ser básico, permite que cada usuário o adapte a seu estilo pessoal e a estética da sua época. Mais justo ou mais largo, desbotado ou não, com barras viradas, feitas ou desfiadas, com desgaste natural valorizado ou mesmo provocado, o jeans manteve por mais de cem anos seu jeito “independente”.Curiosidades:- Levi Strauss patenteou a calça jeans em 1872;- Foi Yves Saint Laurent quem botou o jeans num desfile, pela 1ª vez, na década de 70;- Antes, a calça jeans era chamada de waist overalls;- Para dar o efeito de jeans surrado, usa-se broca de dentista;- A Levi’s só criou o primeiro modelo de calça para mulheres em 1935;- O número 501 marcava o lote de tecido das primeiras calças jeans de que se teve notícia. Por isso, o modelo foi chamado de Levi's 501;- Falando nisso, em 84, uma propaganda exibida, durante as Olimpíadas, fez as vendas do modelo 501 da Levi’s dispararem no mundo todo;- O jeans brasileiro, queridinho de várias revistas internacionais e celebridades gringas, já foi comparado ao Wonderbra, o sutiã-maravilha.Fonte: Millams (http://pt.shvoong.com/tags/millams/)
Post: Thaissa